Danny Persil
Parque Ibirapuera SP
João de Barro
Maria Gadú
O meu desafio é andar sozinho
Esperar no tempo os nossos destinos
Não olhar pra trás, esperar a paz
O que me traz
A ausência do seu olhar
Traz nas asas um novo dia
Me ensina a caminhar
Mesmo eu sendo menino aprendi
Oh meu Deus me traz de volta essa menina
Porque tudo que eu tenho é o seu amor
João de Barro eu te entendo agora
Por favor me ensine como guardar meu amorDanny Persil
Parque da Juventude Sp (carandiru)
Coisas que tenho feito!!
Entre pensamentos e fotos.
VoCê vai encontrar um pouco do que faço pra vender
Caixas com coisinhas gostosas dentro, recheadas de surpresas para o casal, que vai esquentar ainda mais sua relação .
Monto a caixa conforme sua preferência!
Monto a caixa conforme sua preferência!
Aqui tenho alguns exemplos em pronta entrega.
Todas as fotos de Kit , tiradas por mim, Daniela Persil
terça-feira, 5 de julho de 2011
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Lindo!!
O buquê de noiva é um complemento do visual, pois dá elegância e harmonia ao vestido, à cerimônia e a toda recepção, além de ser uma tradição.
Vermelhas: Amor, respeito, coragem e paixão
Champagne: Admiração e simpatia.
Vermelhas: Amor, respeito, coragem e paixão
Champagne: Admiração e simpatia.
domingo, 3 de julho de 2011
Ostra Feliz não faz Pérolas
Ostras são moluscos, animais sem esqueletos, macias, que são as delícias dos gastrônomos. Podem ser comidas cruas, de pingos de limão, com arroz, paellas, sopas. Sem defesas – são animais mansos – seriam uma presa fácil dos predadores.
Para que isso não acontecesse a sua sabedoria as ensinou a fazer casas, conchas duras, dentro das quais vivem.
Pois havia num fundo de mar uma colônia de ostras, muitas ostras. Eram ostras felizes. Sabia-se que eram ostras felizes porque de dentro de suas conchas, saía uma delicada melodia, música aquática, como se fosse um canto gregoriano, todas cantando a mesma música. Com uma exceção: de uma ostra solitária que fazia um solo solitário… Diferente da alegre música aquática, ela cantava um canto muito triste… As ostras felizes riam dela e diziam: “Ela não sai da sua depressão…” Não era depressão. Era dor. Pois um grão de areia havia entrado dentro da sua carne e doía, doía, doía. E ela não tinha jeito de se livrar dele, do grão de areia. Mas era possível livrar-se da dor.
O seu corpo sabia que, para se livrar da dor que o grão de areia lhe provocava, em virtude de sua aspereza, arestas e pontas, bastava envolvê-lo com uma substância lisa, brilhante e redonda. Assim, enquanto cantava o seu canto triste, o seu corpo fazia o seu trabalho – por causa da dor que o grão de areia lhe causava.
Um dia passou por ali um pescador com seu barco. Lançou a sua rede e toda a colônia de ostras, inclusive a sofredora, foi pescada. O pescador se alegrou, levou-a para sua casa e sua mulher fez uma deliciosa sopa de ostras. Deliciando-se com as ostras, de repente seus dentes bateram num objeto duro que estava dentro da ostra. Ele tomou-a em suas mãos e deu uma gargalhada de felicidade; era uma pérola, uma linda pérola. Apensa a ostra sofredora fizera uma pérola. Ele tomou a pérola e deu-a de presente para a sua esposa. Ela ficou muito feliz…”
Rubem Alves
Para que isso não acontecesse a sua sabedoria as ensinou a fazer casas, conchas duras, dentro das quais vivem.
Pois havia num fundo de mar uma colônia de ostras, muitas ostras. Eram ostras felizes. Sabia-se que eram ostras felizes porque de dentro de suas conchas, saía uma delicada melodia, música aquática, como se fosse um canto gregoriano, todas cantando a mesma música. Com uma exceção: de uma ostra solitária que fazia um solo solitário… Diferente da alegre música aquática, ela cantava um canto muito triste… As ostras felizes riam dela e diziam: “Ela não sai da sua depressão…” Não era depressão. Era dor. Pois um grão de areia havia entrado dentro da sua carne e doía, doía, doía. E ela não tinha jeito de se livrar dele, do grão de areia. Mas era possível livrar-se da dor.
O seu corpo sabia que, para se livrar da dor que o grão de areia lhe provocava, em virtude de sua aspereza, arestas e pontas, bastava envolvê-lo com uma substância lisa, brilhante e redonda. Assim, enquanto cantava o seu canto triste, o seu corpo fazia o seu trabalho – por causa da dor que o grão de areia lhe causava.
Um dia passou por ali um pescador com seu barco. Lançou a sua rede e toda a colônia de ostras, inclusive a sofredora, foi pescada. O pescador se alegrou, levou-a para sua casa e sua mulher fez uma deliciosa sopa de ostras. Deliciando-se com as ostras, de repente seus dentes bateram num objeto duro que estava dentro da ostra. Ele tomou-a em suas mãos e deu uma gargalhada de felicidade; era uma pérola, uma linda pérola. Apensa a ostra sofredora fizera uma pérola. Ele tomou a pérola e deu-a de presente para a sua esposa. Ela ficou muito feliz…”
Rubem Alves
sábado, 2 de julho de 2011
Vida segue...
O coração parte-se, as desilusões crescem, as amizades desaparecem e outras fortalecem, novo amor, novas amizades, muitas alegrias, novas desilusões, sempre num ciclo vicioso, porque A VIDA SEGUE SEMPRE!
E neste momento eu já não me importo…
E a vida segue sempre o seu caminho, e estamos prontos para mais uma volta na montanha russa, preparados para passar exactamente nos mesmos sítios! Aprendemos com os erros, mas infelizmente não no amor e na amizade, não nos sentimentos! Porque é isso que nos mantem vivos, é isso que nos faz respirar e querer viver mais um dia! Juramos que não iremos cometer os mesmos erros outra vez, dizemos que desta vez é diferente, que desta será para sempre… E lá caimos nós outra vez… E levantamo-nos e sobrevivemos e seguimos em frente! Porque as pessoas, ainda que sejam sempre pessoas, são todas diferentes umas das outras e todas elas merecem uma oportunidade e nós confiamos que desta vez vai ser a tal. E fazemos bem, porque aprendemos mais um pouco, conhecemos mais uma pessoa, instruimo-nos a nível sentimental e psicológico, tornamo-nos mais fortes para enfrentar outros desafios da vida! E nesse sentido, a todas as pessoas que passaram na minha vida, tenham tido o papel que tiveram, apenas lhes posso agradecer porque me ajudaram a aprender um pouco mais!
E neste momento eu já não me importo…
E a vida segue sempre o seu caminho, e estamos prontos para mais uma volta na montanha russa, preparados para passar exactamente nos mesmos sítios! Aprendemos com os erros, mas infelizmente não no amor e na amizade, não nos sentimentos! Porque é isso que nos mantem vivos, é isso que nos faz respirar e querer viver mais um dia! Juramos que não iremos cometer os mesmos erros outra vez, dizemos que desta vez é diferente, que desta será para sempre… E lá caimos nós outra vez… E levantamo-nos e sobrevivemos e seguimos em frente! Porque as pessoas, ainda que sejam sempre pessoas, são todas diferentes umas das outras e todas elas merecem uma oportunidade e nós confiamos que desta vez vai ser a tal. E fazemos bem, porque aprendemos mais um pouco, conhecemos mais uma pessoa, instruimo-nos a nível sentimental e psicológico, tornamo-nos mais fortes para enfrentar outros desafios da vida! E nesse sentido, a todas as pessoas que passaram na minha vida, tenham tido o papel que tiveram, apenas lhes posso agradecer porque me ajudaram a aprender um pouco mais!
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Laranja Maria Gadú Composição: Maria Gadú
Ô menina, parece índia Ianomami seu cabelo preto breu
Simula um toque, que desabroche
Esse teu casto mastigado pelo meu
Se quer tamanho vou despir a alma
E afogar a calma salivando um beijo teu
Siga a seta e diga que sou seu
Ô menina, parece índia Ianomami seu cabelo preto breu
Simula um toque, que desabroche
Esse teu casto mastigado pelo meu
Se quer tamanho vou despir a alma
E afogar a calma salivando um beijo teu
Siga a seta e diga que sou seu
Venha sem chão me ensina a solidão de ser só dois
Depois te levo pra casa
Que o teu laranja é que me faz ficar bem mais
Ô menina, parece índia Ianomami seu cabelo preto breu
Simula um toque, que desabroche
Esse teu casto mastigado pelo meu
Se quer tamanho vou despir a alma
E afogar a calma salivando um beijo teu
Siga a seta e diga que sou seu
Venha sem chão me ensina a solidão de ser só dois
Depois te levo pra casa
Que o teu laranja é que me faz ficar bem mais
Se quer tamanho vou te despir a alma
E afogar a calma salivando um beijo teu
Siga a seta e diga que sou seu
Se quer tamanho vou te despir a alma
E afogar a calma salivando um beijo teu
Siga a seta e diga que sou seu
Siga a seta e diga que sou seu
Siga a seta e diga que sou seu
quinta-feira, 23 de junho de 2011
terça-feira, 21 de junho de 2011
sábado, 4 de junho de 2011
Dia dos Namorados, Surpreenda seu Amor!
Sugiro neste dia dos NAMORADOS um presente para o Romance!!
Caixa com surpresas que vão amar e se divertir muitooo!!
Caixa sensual dia dos namorados!!
Interessados me procurem!!
Faça sua encomenda com antecedência
fale comigo, por
candidacds@hotmail.com
dani.maranata@gmail.com
Caixa com surpresas que vão amar e se divertir muitooo!!
Caixa sensual dia dos namorados!!
Interessados me procurem!!
Faça sua encomenda com antecedência
fale comigo, por
candidacds@hotmail.com
dani.maranata@gmail.com
Assinar:
Postagens (Atom)



